Dados de saúde protegidos como deveriam ser.
Isolamento total entre clínicas, criptografia de dados sensíveis e controle de acesso por usuário e função. Segurança da informação em saúde e conformidade com a LGPD de fábrica, não como item opcional.
Sem cartão de crédito. Cancele quando quiser.
Atualizado em

Como proteger os dados dos pacientes e cumprir a LGPD na clínica?
Dados de saúde são dados pessoais sensíveis pelo art. 5º, II da LGPD, e exigem base legal específica, controle de acesso individual e política de retenção definida. Na prática: login por pessoa, permissão por função, criptografia dos campos sensíveis, backup testado e registro de quem acessou cada prontuário.
Em resumo
- Dado de saúde é sensível pela LGPD (art. 5º, II) — a proteção exigida é maior que a de um cadastro comercial comum.
- Senha compartilhada na recepção é a falha mais comum e a mais barata de corrigir: cada pessoa com o próprio login.
- A tutela de urgência e o tratamento para proteção da saúde têm base legal própria (art. 11, II) — não dependem de consentimento para o atendimento em si.
- Backup que nunca foi restaurado não é backup. Teste a restauração antes de precisar dela.
- Incidente de segurança relevante deve ser comunicado à ANPD e aos titulares afetados em prazo razoável.
Os problemas que isso resolve no dia a dia.
Dados de pacientes em planilhas e grupos de WhatsApp sem nenhuma proteção.
Medo de multa e de exposição por não cumprir a LGPD.
Todo mundo da equipe enxergando tudo, sem controle de acesso.
Como protegemos os dados de saúde da sua clínica
Dados de saúde são dados pessoais sensíveis e exigem cuidado redobrado. Um vazamento ou o uso indevido de informações de pacientes pode gerar dano às pessoas e penalidades à clínica. Por isso, a segurança de dados em saúde não pode ser um detalhe deixado para depois — ela precisa estar na fundação do sistema.
No FabraClinic, a proteção vem por padrão. Cada clínica opera em um ambiente isolado: os dados de uma clínica nunca se misturam com os de outra. Informações sensíveis, como o CPF do paciente, são armazenadas de forma criptografada, de modo que não fiquem legíveis nem mesmo internamente. E o acesso é controlado por usuário e por função, então cada pessoa da equipe enxerga apenas o que precisa para o seu trabalho.
Tudo isso está alinhado à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Adotar um sistema que cuida da segurança da informação em saúde tira da clínica o peso de improvisar com planilhas e grupos de mensagem, reduz o risco de incidentes e passa confiança para o paciente, que sabe que seus dados estão em boas mãos.
O que a LGPD exige de uma clínica, na prática
A LGPD não pede um documento bonito na gaveta: pede que a clínica saiba dizer quais dados coleta, por que coleta, quem acessa e por quanto tempo guarda. Essa é a base do princípio da responsabilização e prestação de contas (art. 6º, X).
Para a maioria das clínicas de pequeno e médio porte, o esforço real está em três frentes: encerrar o compartilhamento de senha, limitar acesso ao que a função exige e ter clareza sobre onde os dados moram.
| Exigência | O que significa | Controle prático |
|---|---|---|
| Finalidade | Coletar só o necessário para o atendimento | Revisar campos obrigatórios da ficha |
| Segurança | Proteger contra acesso não autorizado | Login individual + criptografia de campos sensíveis |
| Acesso do titular | Paciente pode pedir os dados dele | Exportação do histórico |
| Retenção | Guardar pelo prazo legal, não para sempre | 20 anos para prontuário (CFM 1.821/2007) |
| Prestação de contas | Demonstrar que os controles existem | Registro de acesso por usuário |
Os cinco erros que mais expõem uma clínica
Nenhum deles depende de investimento alto para ser corrigido. São falhas de processo, não de orçamento.
- Uma senha só, compartilhada pela recepção inteira — impossível saber quem acessou o quê.
- Planilha de pacientes em nuvem pessoal, fora do controle da clínica.
- Foto de procedimento no celular do profissional, sem consentimento específico e sem prazo de descarte.
- Ex-funcionário com acesso ativo semanas depois do desligamento.
- Backup automático que nunca foi testado — descobre-se que falhou no dia em que é necessário.
Como o FabraClinic trata os dados da sua clínica
Os dados de cada clínica são isolados no banco: uma consulta feita pela clínica A nunca alcança registro da clínica B, e esse escopo é aplicado na camada de acesso a dados, não apenas na interface.
Campos sensíveis como CPF são armazenados criptografados, de modo que o dado não fica legível em texto claro no banco. O acesso é individual por usuário e limitado por função — a recepção não precisa ver evolução clínica para marcar um horário.
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Tudo o que você precisa saber.
- O FabraClinic está em conformidade com a LGPD?
- Sim. Seguimos os princípios da LGPD: dados isolados por clínica, informações sensíveis criptografadas, controle de acesso por usuário e finalidade definida para o tratamento dos dados.
- Como os dados sensíveis dos pacientes são protegidos?
- Dados sensíveis, como o CPF, são armazenados criptografados. O acesso é restrito por permissão, e cada clínica opera em um ambiente isolado dos demais.
- Quem da minha equipe pode ver os dados dos pacientes?
- Você define. O controle de acesso é por função e por módulo, então cada pessoa enxerga apenas as informações necessárias para o seu trabalho.
- Os dados ficam armazenados onde?
- Em infraestrutura segura, com os dados de cada clínica isolados. Falamos com você sobre os detalhes de hospedagem e tratamento de dados sempre que precisar.
Saber que os dados dos pacientes estão isolados e criptografados, e não numa planilha qualquer, me deu tranquilidade para crescer.
Dr. Bruno Tavares · Clínica odontológica
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