FabraClinic
Prontuário eletrônico

O prontuário eletrônico que cabe na rotina da sua clínica.

Anamnese, histórico clínico, evolução e notas de cada paciente organizados, acessíveis durante o atendimento e protegidos conforme a LGPD. Sem papel, sem planilha, sem instalação.

Sem cartão de crédito. Cancele quando quiser.

Atualizado em

Prontuário eletrônico do FabraClinic com anamnese, histórico e notas de evolução do paciente

O que é um prontuário eletrônico e como escolher um para a clínica?

Prontuário eletrônico é o registro digital do histórico clínico do paciente, com anamnese, evolução, procedimentos, alergias e anexos, em substituição à ficha de papel. No Brasil, o registro clínico deve ser guardado por no mínimo 20 anos a partir do último atendimento, conforme a Resolução CFM nº 1.821/2007, o que torna o formato digital a opção mais segura.

Em resumo

  • A Resolução CFM nº 1.821/2007 exige a guarda do prontuário por no mínimo 20 anos após o último registro. Em papel, isso significa arquivo físico climatizado e íntegro por duas décadas.
  • A Lei nº 13.787/2018 autoriza a digitalização e a eliminação do papel, desde que o sistema garanta integridade, autenticidade e confidencialidade do documento digitalizado.
  • Dado de saúde é dado pessoal sensível pelo art. 5º, II da LGPD: exige base legal específica, controle de acesso por usuário e registro de quem acessou o quê.
  • No FabraClinic o prontuário divide o mesmo cadastro da agenda, do WhatsApp e do financeiro, então o histórico abre durante o atendimento sem trocar de sistema.
  • Não há instalação: roda no navegador do computador e do celular, com dados isolados por clínica e campos sensíveis como CPF armazenados criptografados.
  • Registro não se apaga: a correção entra como nova entrada datada e o texto anterior continua visível, preservando a linha do tempo.
  • O histórico responde três perguntas no meio do atendimento: o que já foi feito, o que deu certo e o que não pode ser feito.
  • O prontuário é do paciente e a guarda é da clínica: ele tem direito a receber cópia, ela tem o dever de conservar.
O que muda na sua clínica

Os problemas que isso resolve no dia a dia.

Prontuário em papel e fichas soltas que somem na hora que você mais precisa.

Histórico do paciente espalhado entre cadernos, planilhas e o WhatsApp.

Insegurança sobre proteger dados de saúde e cumprir a LGPD.

O que é um prontuário eletrônico e por que adotar

O prontuário eletrônico é o registro digital do histórico clínico de cada paciente: anamnese, queixas, procedimentos realizados, evolução, alergias, preferências e notas de cada atendimento. Em vez de fichas de papel que se perdem ou planilhas que ninguém atualiza, tudo fica centralizado, organizado e acessível em segundos, do computador ou do celular.

No FabraClinic, o prontuário eletrônico do paciente faz parte do mesmo sistema que cuida da agenda, do WhatsApp e do financeiro. Durante o atendimento, o profissional consulta o histórico completo, registra a evolução e já deixa o retorno agendado, sem trocar de tela nem de aplicativo. A busca é rápida e a ficha de cada paciente fica sempre completa.

Adotar um sistema de prontuário eletrônico reduz erros, padroniza o registro entre os profissionais e protege a clínica: os dados sensíveis são armazenados de forma criptografada e isolados por clínica, em conformidade com a LGPD. É o software de prontuário eletrônico feito para a realidade da clínica brasileira: simples, em português e sem treinamento longo.

O que precisa estar no prontuário eletrônico

Um prontuário eletrônico completo não é uma caixa de texto livre. Ele precisa separar o que é identificação, o que é avaliação inicial e o que é evolução de cada encontro, porque são informações com ciclos de vida e finalidades diferentes.

A identificação muda pouco e é a base do cadastro. A anamnese é tirada uma vez e revisada periodicamente. A evolução é escrita a cada atendimento e nunca deve ser sobrescrita: o registro anterior permanece, e a correção entra como nova entrada datada.

  • Identificação: nome, data de nascimento, CPF, contato e responsável quando houver.
  • Anamnese: queixa principal, histórico de saúde, medicações em uso, alergias e contraindicações.
  • Evolução: o que foi feito em cada atendimento, com data, profissional responsável e conduta.
  • Anexos: fotos de acompanhamento, exames, termos de consentimento assinados.
  • Prescrições e orientações entregues ao paciente.

Prontuário em papel x prontuário eletrônico

A comparação abaixo não é sobre conforto: é sobre risco. A obrigação de guardar por 20 anos e a exigência de rastrear acesso a dado sensível são difíceis de cumprir em papel, e não porque a clínica seja descuidada: é o formato que não permite.

Prontuário em papel x prontuário eletrônico na rotina da clínica
CritérioPapelEletrônico
Busca no históricoManual, depende do arquivo estar em ordemPor nome ou CPF, em segundos
Guarda por 20 anos (CFM 1.821/2007)Espaço físico, risco de perda, umidade e incêndioBackup automático e cópia redundante
Quem acessou o registroNão rastreávelRegistrado por usuário e data
Acesso simultâneoUma pessoa por vez, uma ficha por vezVários profissionais, cada um com seu login
Letra ilegívelProblema recorrente e risco assistencialNão existe
Perda por sinistroDefinitivaRecuperável a partir do backup

LGPD, sigilo profissional e controle de acesso

Dado de saúde é dado pessoal sensível (art. 5º, II da LGPD). Isso muda a régua: não basta guardar bem, é preciso poder demonstrar quem acessou, com que finalidade e por quanto tempo o dado será mantido.

Na prática, três controles resolvem a maior parte da exposição: cada profissional acessa com o próprio login (nada de senha compartilhada na recepção), o acesso é limitado ao que a função exige, e os campos mais sensíveis ficam criptografados no banco, de modo que um vazamento de arquivo não entregue o dado em texto claro.

O FabraClinic isola os dados de cada clínica no banco e criptografa campos como o CPF. O sigilo profissional continua sendo do profissional, e o sistema apenas torna possível cumpri-lo de forma verificável.

O que o CFM exige de um prontuário eletrônico

Duas normas sustentam a resposta. A Resolução CFM nº 1.821/2007 fixa a guarda mínima do prontuário em 20 anos a partir do último registro do paciente, e vale igual para papel e para digital. A Lei nº 13.787/2018 autoriza digitalizar e eliminar o papel, desde que o sistema garanta integridade, autenticidade e confidencialidade do documento digitalizado.

O efeito prático das duas juntas é que o formato digital deixa de ser preferência e vira a única forma realista de cumprir o prazo. Vinte anos de arquivo físico exigem espaço, controle de umidade e sobrevivência a incêndio e enchente; vinte anos de registro digital exigem backup testado.

  • Guarda mínima de 20 anos a partir do último registro, pela Resolução CFM nº 1.821/2007.
  • Eliminação do papel permitida pela Lei nº 13.787/2018, com integridade, autenticidade e confidencialidade garantidas.
  • Dado de saúde é dado pessoal sensível pelo art. 5º, II da LGPD, o que exige base legal e controle de acesso individual.
  • Direito do paciente de obter seus dados de forma legível, pelo art. 18 da LGPD.

O histórico do paciente: o que ele responde no atendimento

Histórico do paciente é a linha do tempo do prontuário: cada atendimento com data, profissional responsável, o que foi feito e a conduta. Ele existe para responder três perguntas em segundos, com a pessoa sentada na sua frente: o que já foi feito, o que deu certo e o que não pode ser feito.

A diferença entre um histórico que serve e um que não serve não está no volume de anotação, está na ordem. Registro cronológico, entrada que nunca é sobrescrita, alergia e contraindicação fora da linha do tempo e sempre visíveis, e anexo preso ao atendimento que o gerou. Sem isso, o histórico vira um monte de texto que ninguém lê no meio da consulta.

A estrutura de uma ficha que funciona no atendimento

Ficha boa é a que responde rápido a três perguntas no meio do atendimento: quem é essa pessoa, o que já foi feito nela e o que não pode ser feito. Se o profissional precisa rolar texto livre para descobrir uma alergia, a ficha falhou.

Por isso vale separar identificação, anamnese e evolução em blocos distintos, com alergias e contraindicações fixadas no topo do perfil, visíveis antes de qualquer histórico.

  • Bloco fixo: alergias, contraindicações e observações críticas, sempre visíveis.
  • Anamnese: preenchida na avaliação inicial e revisada periodicamente.
  • Linha do tempo: cada atendimento com data, profissional, procedimento e conduta.
  • Anexos por atendimento, e não numa pasta solta.

O paciente pode pedir o prontuário dele?

Pode, e a clínica precisa entregar. O prontuário pertence ao paciente e a instituição é a guardiã do documento. Sob a LGPD, isso se soma ao direito de acesso do art. 18, que dá ao titular o direito de obter seus dados de forma legível.

Com registro digital, atender ao pedido é exportar o histórico. Em papel, significa localizar, fotocopiar e conferir folha por folha, com o agravante de que qualquer página perdida no arquivo vira problema jurídico da clínica, não do paciente.

Como migrar do papel sem parar a clínica

O erro mais comum é tentar digitalizar todo o arquivo antes de começar a usar o sistema. Isso trava a adoção por semanas e costuma terminar com a clínica desistindo e voltando para a ficha.

O caminho que funciona é o inverso: comece a registrar o novo no sistema desde o primeiro dia e traga o histórico antigo por demanda: quando um paciente antigo retorna, a ficha dele é digitada naquele atendimento. Em dois a três meses a base ativa está migrada, sem nenhum dia de operação parada.

  • Semana 1: cadastre profissionais, serviços e a agenda. Nada de histórico ainda.
  • Semana 2: todo atendimento novo é registrado no sistema, sem exceção.
  • A partir daí: paciente antigo que retorna tem a ficha digitada no próprio atendimento.
  • Guarde o arquivo de papel até vencer o prazo legal de 20 anos, porque digitalizar não elimina o original automaticamente.
Como o FabraClinic entrega isso

As ferramentas que fazem a diferença.

CRM e Prontuário

Cada paciente com a história inteira em um lugar.

Da primeira avaliação ao último retorno: anamnese, preferências, alergias, fotos e notas de evolução, tudo organizado e fácil de consultar no atendimento.

  • Ficha completa com anamnese
  • Histórico de procedimentos e evolução
  • Notas e preferências por paciente
  • Busca rápida na hora do atendimento
Perfil de paciente no FabraClinic com histórico de atendimentos, contato e abas de anamnese e prontuário
Agenda

A agenda que evita o buraco e o choque de horário.

O coração da clínica. Visualize o dia e a semana por profissional, arraste para reagendar e crie atendimentos em um toque, sem risco de overbooking.

  • Detecção automática de conflitos
  • Disponibilidade por profissional e por sala
  • Horários de trabalho e bloqueios
  • Visão de dia no celular, semana no computador
Tela de agenda do FabraClinic com a visão semanal e os atendimentos por profissional, coloridos por status
WhatsApp

Confirmações e lembretes no automático, sem app à parte.

A clínica conversa com o paciente pelo canal que ele já usa. Confirmação, lembrete e reativação saem sozinhos, e a resposta do paciente atualiza a agenda.

  • Confirmação e lembrete antes da consulta
  • Paciente responde SIM e a agenda confirma sozinha
  • Campanhas e reativação de quem sumiu
  • Modelos de mensagem prontos para editar
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Clínica FabraStudio

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Visão geral do financeiro do FabraClinic com receita, ticket médio, gráfico de entradas e saídas e meta do mês
Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber.

O prontuário eletrônico do FabraClinic atende à LGPD?
Sim. Os dados de cada clínica ficam isolados e informações sensíveis, como CPF, são armazenadas criptografadas. O acesso é controlado por usuário e por permissão, em conformidade com a LGPD.
Preciso instalar algum programa para usar o prontuário?
Não. O prontuário eletrônico roda no navegador do computador e do celular. Basta criar a conta da clínica e começar a registrar os atendimentos.
Consigo migrar os prontuários de papel ou de planilha?
Sim. Você cadastra os pacientes e o histórico aos poucos, no ritmo da clínica, ou com a nossa ajuda. Como a tela é simples e em português, a equipe se adapta rápido.
Vários profissionais podem usar o mesmo prontuário?
Podem. Cada profissional acessa com o próprio login e registra a evolução dos seus atendimentos, com controle de permissões por função dentro da clínica.
O que fica registrado no prontuário do paciente?
Identificação e contato, anamnese, alergias e contraindicações, histórico de atendimentos, procedimentos, anexos e as notas de evolução de cada sessão, tudo organizado por paciente.
O paciente pode pedir uma cópia do prontuário dele?
Pode. O prontuário pertence ao paciente e a clínica é a guardiã do documento. Com o registro digital, atender ao pedido é exportar o histórico em vez de garimpar o arquivo de papel.
Por quanto tempo o prontuário precisa ser guardado?
A Resolução CFM nº 1.821/2007 fixa a guarda mínima em 20 anos a partir do último registro do paciente. A Lei nº 13.787/2018 permite eliminar o papel depois de digitalizado, desde que o sistema garanta integridade, autenticidade e confidencialidade.
Qual a diferença entre prontuário e histórico do paciente?
O prontuário é o documento inteiro, incluindo identificação e anamnese. O histórico é a linha do tempo dentro dele: cada atendimento com data, profissional, procedimento e conduta.

Tirar o prontuário do papel mudou o atendimento: o histórico do paciente está sempre completo e na mão, sem perder tempo procurando ficha.

Dra. Camila Reis · Clínica médica

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