Dados protegidos por arquitetura, não por promessa.
Isolamento entre clínicas, criptografia de dados sensíveis e controle de acesso — a segurança está na forma como o sistema é construído, não numa política à parte.
Atualizado em
Como o FabraClinic protege os dados da minha clínica?
Cada clínica opera isolada por linha no banco de dados (multi-tenancy por clinicId), verificado a partir da sessão autenticada e nunca do pedido do cliente. Dados sensíveis como CPF são armazenados criptografados (AES-256-GCM), o acesso é controlado por usuário e função, e nenhum dado pessoal aparece em log.
Em resumo
- Toda consulta ao banco é filtrada por clinicId — isolamento de tenant aplicado na camada de acesso a dados, não só na interface.
- O clinicId nunca vem do corpo ou da query do pedido: é extraído da sessão autenticada e verificada no servidor a cada chamada.
- Campos sensíveis como o CPF são armazenados criptografados (AES-256-GCM) — mesmo com acesso ao banco, o dado não fica legível em texto claro.
- CPF, telefone completo e e-mail nunca aparecem em log — uma prática simples que evita que dado sensível vaze por um canal secundário.
Como protegemos os dados da sua clínica
Isolamento entre clínicas, na camada de dados
A maioria dos sistemas trata "multi-clínica" como uma tela de seleção — o dado de todas as clínicas convive no mesmo espaço, e o que separa uma da outra é só um filtro na interface. No FabraClinic o isolamento acontece uma camada abaixo: cada registro do banco carrega o identificador da clínica (clinicId), e toda consulta é obrigatoriamente filtrada por ele antes de chegar à tela.
Isso significa que um erro de interface não expõe dado de outra clínica — a barreira está no acesso ao banco, não na exibição.
De onde vem o identificador da clínica em cada pedido
Um sistema pode isolar por clinicId e ainda assim ter uma falha grave: confiar no clinicId que o próprio pedido informa. Se o valor viesse do corpo da requisição, bastaria alterar um campo para tentar acessar dado de outra clínica.
No FabraClinic, o clinicId nunca é lido do pedido do cliente: ele é extraído da sessão autenticada, verificada no servidor a cada chamada. A pessoa usando o sistema não escolhe de qual clínica é — a sessão já sabe.
Como o CPF e outros dados sensíveis são armazenados
CPF é dado pessoal e, no contexto de uma clínica, aparece ao lado de dado de saúde — a combinação exige cuidado redobrado. O FabraClinic armazena o CPF e outros campos sensíveis de forma criptografada (AES-256-GCM), e não como texto simples no banco.
Na prática, isso significa que uma cópia do banco, isolada do sistema, não entrega o CPF em texto legível — é preciso a chave de criptografia, mantida separada do dado.
Controle de acesso e o que nunca vai para o log
Cada pessoa da equipe acessa com o próprio login, e o que ela enxerga depende da função — a recepção não precisa ver a evolução clínica para marcar um horário, e essa distinção é aplicada em toda a plataforma, não só numa tela.
Uma regra vale para toda a infraestrutura: dado pessoal identificável — CPF, telefone completo, e-mail — nunca aparece em log de sistema. Log serve para diagnosticar problema técnico, não para guardar uma segunda cópia de dado sensível.
| Prática | O que significa | Onde se aplica |
|---|---|---|
| Isolamento por clinicId | Toda consulta ao banco filtrada pela clínica | Camada de acesso a dados, em todo o sistema |
| clinicId da sessão, nunca do pedido | O identificador da clínica vem da sessão verificada no servidor | Toda chamada autenticada |
| Criptografia de campos sensíveis | CPF e dados equivalentes armazenados como AES-256-GCM, não texto simples | Banco de dados |
| Login individual | Cada pessoa da equipe com a própria sessão | Toda a plataforma |
| Permissão por função | Acesso ao que a função exige, não a tudo | Agenda, prontuário, financeiro |
| Sem dado pessoal em log | CPF, telefone completo e e-mail nunca aparecem em log | Infraestrutura e observabilidade |
Perguntas frequentes
- Os dados da minha clínica ficam misturados com os de outras clínicas?
- Não. Cada registro do banco carrega o identificador da sua clínica, e toda consulta é filtrada por ele antes de chegar à tela — o isolamento acontece na camada de dados, não só na interface.
- Como o CPF dos pacientes é protegido?
- O CPF é armazenado criptografado (AES-256-GCM), não como texto simples. Mesmo uma cópia isolada do banco não entrega o dado em texto legível sem a chave de criptografia.
- Quem pode ver os dados dos meus pacientes?
- Só quem você autorizar. O acesso é individual, por login, e limitado pela função de cada pessoa da equipe — a recepção, por exemplo, não precisa ver a evolução clínica para marcar um horário.
- Vocês guardam CPF, telefone ou e-mail em log?
- Não. Dado pessoal identificável nunca aparece em log de sistema — os logs servem só para diagnosticar problema técnico.
- Isso está de acordo com a LGPD?
- Sim, essas práticas sustentam a conformidade com a LGPD. Para o detalhe de como tratamos especificamente dado de saúde, que é dado sensível pela lei, veja a página sobre segurança de dados em saúde.
Como a segurança aparece em cada parte do sistema.
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